De acordo com um anúncio recente da DeepLearning.AI, Andrew Ng destaca na edição desta semana do The Batch que agentes de IA diferem fundamentalmente dos primeiros chatbots porque usam ativamente computadores para buscar, armazenar, analisar e realizar transações em escalas muito superiores às capacidades humanas.
Ng explica que essa intensidade operacional exige infraestrutura expandida e ferramentas de suporte mais rápidas, em vez de focar apenas no desempenho acelerado do modelo, com implicações para as práticas de engenharia de IA no manejo de cargas de trabalho orientadas por agentes.